Na Idade Média, as crianças não costumavam receber atenção e carinho. O pai era considerado superior aos outros membros da família e os casamentos eram arranjados de acordo com interesses financeiros.
Mas o romantismo europeu do século XVIII modificou este modelo. A privacidade passou a ser mais valorizada, assim como a formação pessoal, moral e espiritual das crianças. A afetividade tornou-se o principal laço entre cônjuges, pais e filhos.
A emancipação das mulheres, no século XX, acarretou novas transformações. Hoje muitas famílias são sustentadas e chefiadas por elas. Há também diversas famílias monoparentais, em que os filhos são criados só pelo pai ou só pela mãe.
Além disso, com o aumento dos divórcios, é comum a convivência na mesma casa entre os filhos dos primeiros casamentos e o novo marido da mãe ou a nova mulher do pai.
Família
Acarinha-nos desde o instante da nascença.
Núcleo de uma sociedade bem estruturada,
acompanha amorosa toda nossa existência.
Sutil autoridade dos pais diante dos filhos,
repousa na força que esplende do coração,
conduzindo o barco como bons barqueiros,
navegam mares calmos de amor e proteção.
Conscientes da excelência de seus preceitos,
sua força operante nos forma equilibrados:
valores reais, morais, intelectuais, somados,
desenha-nos com atributos harmonizados.
É sábio o respeito eloquente pela Família!
A sua raíz arraigada muito nos enobrece:
é a robustez da árvore, da flor a fragrância,
a delícia do fruto e do homem a felicidade.
© Daura Brasil
São Paulo, 2009

Que os valores sejam cada vêz mais positivos, e humanamnte corretos, nossas origens vem da familia.
Wendel Alves
Origens que devemos preservar, sempre com muito carinho. Obrigada Wendel!