Trovas Inesquecíveis

Reminiscência
Reminiscence by Don Li-Leger

TROVAS INESQUECÍVEIS

Arquivo ArtCulturalBrasil
PARA COLECIONADORES

Saudade… palavra linda,
de sete letras… saudade
é noite que tem ainda
lampejos de claridade.
(Belmiro Braga – Juiz de Fora – MG)

Eu vi minha mãe rezando
aos pés da Virgem Maria.
-Era uma santa escutando
o que outra santa dizia!
(Barreto Coutinho – Curitiba – PR)

No dia em que tu quiseres
ser meu senhor e meu rei,
serei todas as mulheres
na mulher que te darei.
(Nygia Iaggi Martins – Nova Friburgo – RJ)

Não há criança vadia…
e as que esmolam a teus pés
são anjos que Deus envia
para saber quem tu és.
(Roberto Medeiros – Juiz de Fora – MG)

“A bolsa ou a vida” – eu ouço
e retruco as ironias:
– Que leve as duas , seu moço,
pois ambas estão vazias.
(Roberto Medeiros – Juiz de Fora – MG)

Saudade, quase se explica
nesta trova que te dou:
saudade é tudo que fica
daquilo que não ficou.
(Luis Otávio – Rio – RJ)

Quanto mais teu corpo enlaço
mais padeço o meu tormento,
por saber que meu abraço
não prende o teu pensamento.
(Jesy Barbosa – Campos – RJ)

No meu humilde viver
a solidão é tamanha
que só me falta perder
a sombra que me acompanha.
(José Carlos de L.G – Juiz de Fora – MG)

A morte é o triste momento
de uma dívida assumida.
É o dia do vencimento
das quatro letras da Vida.
(Lamartine Babo – Rio – RJ)

Felicidade consiste
num contraste extraordinário;
esperar tudo que é triste
e acontecer o contrário.
(Lamartine Babo – Rio – RJ)

Alma e corpo – indefinida
comunhão de estranha sorte:
o corpo morre, na vida
e a alma vive, na morte!
(Cezário Brandi Filho – Juiz de Fora – MG)

Naquela escola campestre
onde a meninada vai,
quem tem pai encontra um mestre,
quem não tem encontra um pai.
(Cezário Brandi Filho – Juiz de Fora – MG)

A honra é imagem casta
dentro do espelho do Bem:
– Se a gente dele se afasta
ela se afasta também…
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

Depois da falsa meiguice
e dos falsos beijos seus,
“Adeus”; de graça, ela disse,
e eu disse: – Graças a Deus!
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

Não julgues pelo semblante
a honra alheia, meu filho:
– Na lua, a face brilhante
oculta a face sem brilho.
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

Conversas de marinheiro
ouço nas conchas do mar.
São almas de jangadeiros
Que não puderam voltar.
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

Eu faço agora um reparo,
embora você não faça:
– Se o nosso amor é tão caro,
por que brigamos de graça?
(Roberto Medeiros – Juiz de Fora – MG)

Nos beirais, em tardes calmas,
asas ao sol, às centenas.
– As pombas brancas são almas
a quem a vida deu penas…
(Manuel de Oliveira Costa – Juiz de Fora – MG)

Não julgues teu inimigo,
não julgues, enfim, ninguém.
– Quem julga corre o perigo
de ser julgado também!
(Célio Grunewald – Juiz de Fora – MG)

Na Vila Rica de então,
quis o destino imprevisto,
que um pobre artista sem mão
esculpisse as mãos de Cristo.
(Dormevilly Nóbrega – Juiz de Fora – MG)

Quanta gente gostaria
de ter a vida da gente,
sem saber que isso seria
trocar tristeza somente.
(Cezário Brandi Filho – Juiz de Fora – MG)

Ao ver a diversidade
entre as cores raciais
o sol, clamando igualdade,
fez nossas sombras iguais.
(Cezário Brandi Filho – Juiz de Fora – MG)

Noite de tédio, comprida,
tão sem graça, tão vazia,
que eu bebo qualquer bebida
e aceito qualquer Maria…
(Mário Peixoto – Rio – RJ)

As almas de muita gente
são como o rio profundo:
-A face tão transparente,
e quanto lodo no fundo!…
(Belmiro Braga – Juiz de Fora – MG)

Morre Cristo, o palestino,
e, na vida transitória,
a história do seu Destino
muda o destino da história!
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

Qual semente em chão de pedra
que o sol castiga, inclemente,
ternura também não medra
em quem não gosta da gente.
(João Gonzo – Juiz de Fora – MG)

Debalde as mulheres tentam
saber, ansiosas, aflitas,
como é que os poetas inventam
tantas mentiras bonitas.
(Guiomar Machado – Juiz de Fora – MG)

A saudade é simplesmente
Um claro espelho encantado;
mira-se nele o presente
e ele reflete o passado.
(Geralda Armond – Juiz de Fora – MG)

Num circo de pano roto
minha infãncia se escondeu.
Em todo circo há um garoto,
e esse garoto sou eu…
(Denancy Mello Anomal – Campos – RJ)

Teu dia, Mãe, se reveste
dos remorsos que chorei:
pelo muito que me deste
pelo pouco que te dei.
(Roberto Medeiros – Juiz de Fora- MG)

Dia das Mães…esse dia
já não tem o mesmo brilho.
Calou-se a voz que dizia
– Que Deus te abençoe, meu filho!…
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

A tatear sobre escolhos
sofro! Contudo não nego
que Deus coloca dois olhos
nas mãos sensíveis do cego.
(Lauro Cataldi – Juiz de Fora – MG)

O mais doce dos abrigos,
minha casa é uma beleza:
aberta para os amigos,
fechada para a tristeza!
(Coubert Rangel Coelho – Rio – RJ)

Senhor Deus – Ó pai dos pais! –
por que motivo consentes,
entre teus filhos iguais,
destinos tão diferentes?
(João Rangel Coelho – Rio – RJ)

Enquanto matas a fome
de um irmão em desatino,
um anjo escreve o teu nome
no livro azul do destino.
(Ludgero Nogueira – Juiz de Fora – MG)

Juntamos nossos farrapos
naquele rancho sem flor:
era a miséria dos trapos
numa fartura de amor.
(J.Guedes- Juiz de Fora – MG)

Coveiro, choremos juntos
nossos destinos tristonhos.
Pior que enterrar defuntos
é ser coveiro de sonhos.
(Orlando Brito – Pindamonhangaba-SP)

O velho escravo receia,
como se fosse um açoite,
o raio que chicoteia
a pele escura da noite.
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

Soprei. Apagou-se a chama.
Disse-te adeus em seguida.
-Quem diz adeus a quem ama
diz adeus à própria vida!
(Olegário Mariano – Recife – PE)

Relógio, legado antigo
que minhas horas recorda…
Quem lhe dará corda, amigo,
quando acabar minha corda?…
(José Carlos de L.G.- Juiz de Fora – MG)

A todo mundo insinuas,
que não mando no que é teu.
Mas tenho saudades tuas
e o dono delas sou eu.
(Colbert Rangel Coelho – Rio – RJ)

Passa por mim, não me vê…
– Talvez não me olhe jamais…
Não me conhece porque
eu a conheço demais!
(Manoel de Oliveira Costa – Juiz de Fora – MG)

Deu-lhe o sogro uma gravata…
– E a sua emoção foi tanta
que casou antes da data,
sentindo um nó na garganta!…
(Manuel de Oliveira Costa – Juiz de Fora – MG)

Bebe-se tanto meu chapa,
aguardente no Brasil,
que até mesmo o nosso mapa
tem a forma de um funil.
(Colbert Rangel Coelho – Rio – RJ)

Na hora incerta do revés,
Pensa o marido nas ruas:
– Bebo duas… volto às dez
ou bebo dez… volto às duas!
(Osvaldo Mascarenhas – Juiz de Fora – MG)

Voltaste enfim e eu confesso
que já prevejo, querida,
na alegria do regresso,
novo adeus de despedida.
(Célio Grunewald – Juiz de Fora – MG)

Ela é tudo em minha vida!
Seu nome… seu nome… Bem,
Quem ama mulher proibida
não diz o nome a ninguém!…
(José Maria Machado de Araújo – Rio – RJ)

Para ter com quem falar,
a velhinha sem ninguém
vai ao padre confessar
os pecados que não tem…
(José Carlos de L.G.- Juiz de Fora – MG)

Destino é força que esmaga…
Credor austero, tremendo:
– Manda a conta e a gente paga,
sem saber que está devendo.
(Barreto Coutinho – Curitiba – PR)

Fico em teus braços… Depois,
rogo a Deus, mais uma vez,
que o segredo de nós dois
fique só entre nós três.
(Cezário Brandi Filho – Juiz de Fora – MG)

Pobre rio abandonado,
como tu sofro também,
já não tens barco ancorado,
e eu sou porto de ninguém.
(Sinval Emílio da Cruz – Juiz de Fora – MG)

Todo sonho é dolorido,
porque nele nós supomos,
que somos (sem termos sido)
o que pensamos que somos.
(José Antonio Jacob – Juiz de Fora – MG)

Meu barracão na favela,
onde vou vivendo ao léu,
na moldura da janela
não tem vidraça: – Tem céu!
(José Antonio Jacob – Juiz de Fora – MG)

A Maria, de um qualquer,
Maria de qualquer um,
e de todos a mulher
que não pertence a nenhum.
(Oceano Soares – Juiz de Fora – MG)

Ferido por teu desprezo
nesta noite sem carinho
sou igual cigarro acesso
que vai queimando sozinho.
(Roberto Medeiros – Juiz de Fora – MG)

Hoje, tristonho, infeliz,
pude aclarar meu anseio:
– Quando ela veio, eu não quis;
quando eu quis, ela não veio.
(Dormevilly Nóbrega – Juiz de Fora – MG)

O mistério dos destinos
decifrar… ah, não te iludas!
Eram iguais dois meninos…
E um foi Cristo, outro foi Judas…
(José Carlos de L.G. – Juiz de Fora – MG)

O sino é um ser sem razão,
que não tem razão de ser:
quando pára um coração,
ele começa a bater…
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

A lágrima é um pingo dágua,
irizado e transparente:
– A bailarina da mágoa
dançando no olhar da gente.
(João Rangel Coelho – Rio – RJ)

Eu volto um dia – juraste.
Não te espero – me zanguei.
-Mentiste: nunca voltaste…
Menti: eu sempre esperei…
(Cícero Acaiaba – Rio – RJ)

A mentira é sonho lindo
neste meu mundo encantado.
Sonhando, minto dormindo,
mentindo, sonho acordado.
(Sinval Emílio da Cruz – Juiz de Fora – MG)

Se os elos de nossos braços,
não mais se unirem na vida,
seremos sempre pedaços
de uma corrente partida.
(Cezário Brandi Filho – Juiz de Fora – MG)

Parece o teu coração
com plataforma de trem,
que mal despede os que vão
para abrigar os que vêm.
(Roberto Medeiros – Juiz de Fora – MG)

Não chores, mãe, quando aprontas
do filho o fúnebre véu.
Ontem Deus fez suas contas:
– Faltava um anjo no céu!
(Cezário Brandi Filho – Juiz de Fora – MG)

Quanta vez, junto a um jazigo,
alguém murmura de leve:
– Adeus para sempre, amigo!
E o morto diz: – Até breve!…
(Belmiro Braga – Juiz de Fora – MG)

Emoção que se refina
para aflorar na pupila,
– Lágrima! Essência divina
que o olhar humano destila.
(Sylvio Machado – Juiz de Fora – MG)

Quando a miséria desponta,
lá no morro, a garotada,
brincando de faz-de-conta,
tudo tem, não tendo nada.
(Dulcídio de Barros M. Sobrinho – Juiz de Fora – MG)

Jogou, perdeu, e hoje sabe,
passando um natal sombrio,
que a consciência não cabe
num sapatinho vazio.
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

Quanto mais teu corpo enlaço,
mais padeço o meu tormento,
por saber que meu abraço
não prende o teu pensamento.
(Jesy Barbosa – Campos – Rio)

Meu coração, hoje em dia,
desfeito, cansado e mudo,
lembra uma feira vazia
depois que venderam tudo.
(Pe. Celso de Carvalho – Curvelo – MG)

Meu coração tinha fama
de ter um sopro qualquer,
fiz eletrocardiograma
e meu mal era mulher…
(Célio Grunewald – Juiz de Fora – MG)

Numa alegria incontida,
sou bem feliz porque ponho,
na taça escura da vida
o claro vinho do sonho.
(João Rangel Coelho – Rio – RJ)

Velando o amor desde cedo,
indiscreta, mas fiel,
a lua guarda segredo
de muitas luas… de mel.
(Cezário Brandi Filho – Juiz de Fora – MG)

Saudade, palavra doce,
que traduz tanto amargor!
Saudade é como se fosse
espinho cheirando flor.
(Bastos Tigre – Recife – PE)

O amor é cego, é verdade…
Porém é cego a seu jeito:
quem ama vê qualidade,
mas não enxerga defeito.
(Newton Rossi – Ouro Fino – MG)

Quero falar… retrocedo…
Pois tenho um pavor medonho,
de que ao contar meu segredo
você destrua o meu sonho…
(Luiz Otávio – Rio – RJ)

Pelas ruas da ilusão,
o cigano libertino,
lendo o destino na mão,
vive na mão do destino.
(Hegel Pontes – Juiz de Fora – MG)

Saudade, lembrança triste
de tudo que já não sou.
Passado que tanto insiste
em fingir que não passou…
(Edgard Barcellos Cerqueira – Rio – RJ)

Do berço à tumba há um caminho,
que todos têm de transpor:
de passo a passo – um espinho,
de légua em légua – uma flor.
(Belmiro Braga – Juiz de Fora -MG)

Eu vivo do ar que respiras
e como, dizer-me agora,
ficar, se tu te retiras,
viver, se te vais embora!…
(Vitor Hugo – França)

Solidão, não te mereço,
pois que te consumo em vão.
Sabendo-te embora o preço
calco teu ouro no chão.
(Carlos Drummond de Andrade – Itabira – MG)

Todos os picos da serra,
nos Andes… nos Pirineus,
são dedos grandes da Terra
mostrando a casa de Deus.
(Célio Grunewald – Juiz de Fora – MG)

Eu morro por Filomena,
Filomena por Joaquim,
Joaquim por Madalena
e Madalena por mim.
(Belmiro Braga – Juiz de Fora – MG)

Seu critério nas consultas
é talvez dos mais sutis:
é cobrar contas adultas
pelas curas infantis.
(Sylvio Machado – Juiz de Fora – MG)

Não vem dos nossos rivais
a ingratidão que exaspera.
– Geralmente a que dói mais
vem de quem menos se espera.
(Severino Uchôa – Aracaju – SE)

A mulher por vaidade
e por ser demais esperta
depois de uma certa idade
não tem mais idade certa.
(Nero Sena – BH – MG)

Regenerei-me, mãezinha,
como você sempre quis.
E a doce mentira minha
fêz mamãe morrer feliz.
(Célio Grunewald – Juiz de Fora – MG)

Com pose de rica e nobre,
e o orgulho que agora tens,
és de espírito tão pobre
quanto eu sou pobre de bens.
(Jacy Pacheco – Niterói – RJ)

No portão, os namorados
são como barcos no cais,
pelos beijos amarrados,
querem ir e ficam mais.
(Cleonice Rainho – Juiz de Fora – MG)

Dou-lhe a impressão que me pede,
nesta verdade que abono:
– Você jamais se despede…
Apenas muda de dono.
(Dormevilly Nóbrega – Juiz de Fora – MG)

A beleza não te atrai?
Só te casas por dinheiro?
Tu pensas como teu pai
que morreu pobre e… solteiro!…
(Belmiro Braga – Juiz de Fora – MG)

O pobre estende a sacola:
(que triste contradição!)
– os lábios pedem esmola;
– os olhos pedem perdão…
(Gilvan Carneiro da Silva – Rio – RJ)

Saudade, ponte encantada,
entre o passado e o presente,
por onde a vida passada
volta a passar novamente!
(Archimino Lapagesse – Florianópolis – SC)

Conheço muito sorriso
de mulher, meigo, simplório,
que promete o paraíso
e nos manda ao purgatório.
(Alves Júnior – Juiz de Fora – MG)

Morre a tarde de mansinho.
ouço tristezas… Depois,
a solidão do caminho
na voz de um carro de bois…
(Cândido de Almeida – Juiz de Fora – MG)

Para matar as saudades,
fui ver-te em ânsias, correndo…
– E eu, que fui matar saudades,
vim de saudades morrendo.
(Adelmar Tavares – Recife – PE)

Redimindo os pecadores,
conduzindo-os para a luz,
o maior dos sonhadores
morreu pregado na cruz!
(Aparício Fernandes – Acari – RN)

Num gesto de amor e luz,
Cristo – nos dando respostas –
abriu os braços na cruz
e nos deixou de mãos postas.
(José Antonio Jacob – Juiz de Fora – MG)

Neste meu corpo cansado,
O meu coração traquinas,
É um garoto endiabrado
Num casarão em ruínas.
(Ademar Mendonça – Juiz de Fora – MG)

O Xadrez repete a vida
em sucessivas lições:
quando a nobreza é atingida
sacrificam-se os peões.
(Sinval Emílio da Cruz – Juiz de Fora – MG)

Sobre mulher não discutam,
seus impulsos não se medem:
-As mais fracas também lutam
as mais fortes também cedem…
(Nydia Iaggi Martins – Nova Friburgo – RJ)

As suas cartas, Senhora,
releio-as de quando em vez,
mas nelas só vejo agora
os erros de português…
(Paulo Emílio Pinto – Belo Horizonte – MG)

Amigos que não convêm
são aves de arribação:
– Se faz bom tempo eles vêm…
– Se faz mau tempo eles vão…
(Soares da Cunha – Belo Horizonte – MG)

Realização

artculturalbrasil@gmail.com
http://artculturalbrasil.blogspot.com/2011/01/trovas-inesqueciveis-…

Anúncios

Sobre daurabrasil

Experimento a quietude e adentro meu sítio íntimo. Amplio a sensibilidade... E, com liberdade, encontro-me com a Poesia. Situo ainda algumas questões e o que elas implicam... Sem anular o pensamento, ouso revelá-las, refletindo o sentir e o consentir. (Daura Brasil) * * *
Esse post foi publicado em Arte e Cultura, arte e cultura, Trovas, Trovas Inesquecíveis. Bookmark o link permanente.

Uma resposta para Trovas Inesquecíveis

  1. cintiagotardo disse:

    Nossa, que talento essas pessoas têm.. Algumas dessas trovas são realmente surpreendentes!

    Mas aqui, quem fez a coletânea? Quem são esses autores? Muitos nunca ouvi falar.. E por que há tantos de Juiz de Fora? O blog é de alguém daqui? Moro nessa cidade, daí dá uma curiosidade hehe 🙂

    Obrigada! E parabéns pelo blog!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s