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Não há Vagas

Não há Vagas O preço do feijão não cabe no poema. O preço do arroz não cabe no poema. Não cabem no poema o gás a luz o telefone a sonegação do leite da carne do açúcar do pão O … Continuar lendo

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Publicado em ; comentário Rinaldo de Fernandes, ;poema Ferreira Gullar, Comentário, Não há vagas, Poema | Deixe um comentário